MAIS ATITUDE

Uma Ordem que projecta o futuro com ambição, que não vive das glórias de um passado, que não se cinge apenas ao presente nem a perspectivas de curto prazo.

 

Devemos defender activamente que os arquitectos são essenciais e insubstituíveis no desenvolvimento e qualificação do território e do edificado, seja ele internacional, nacional ou local, seja no projecto do grande equipamento ou da pequena habitação. 

 

Valorização do processo de Estágio como combate à precariedade e a salvaguarda da dignidade dos futuros arquitectos:

  • Limite de estágios por entidade de acolhimento em função do número de colaboradores, de forma a evitar a subversão do papel do estágio e recurso a estagiários como meio de distorção de mercado;

  • Tornar obrigatório a apresentação de contrato de trabalho e seguro, que regule a relação dos intervenientes no estágio;

  • Aumentar o número de horas de formação profissional relacionada com atos próprios da profissão e as funções e responsabilidades inerentes.

Reforço da fiscalização da prática profissional: 

  • Reforço dos meios de fiscalização preventiva em colaboração com as autoridades (ex. IMPIC, Segurança Social, Autoridade Tributária, ACT), através da análise de propostas de preços muito baixos em Concursos Públicos;

  • Reforço de acções públicas de divulgação e esclarecimento dos Conselhos de Disciplina relativamente à deontologia profissional.

 

Aumentar a participação da classe em processos de produção legislativa:

  • Elaboração de manuais e propostas legislativas ligadas ao sector da Arquitectura, assumindo a liderança dos assuntos ligados à profissão;

  • Criação de representação da Ordem dos Arquitectos junto da União Europeia para defesa da profissão na elaboração e revisão de directivas comunitárias.

 

Potenciar o papel da Ordem junto do governo e dos poderes públicos em geral:

  • Tornar obrigatória a participação da Ordem na elaboração de planos e regulamentos da Administração Pública, que afectem directamente os arquitectos;

  • Reforço da importância dos Concursos Públicos junto da Administração Pública, como meio de defesa do bem público, valorização da Arquitectura e da qualidade dos arquitectos; 

  • Reduzir a ponderação da variável “preço” no modelo de avaliação nos Concursos Públicos e pugnar pela justa remuneração dos serviços de Arquitectura pela Administração Pública. 

LISTA B CANDIDATA AOS ÓRGÃOS SOCIAIS DA ORDEM DOS ARQUITECTOS . TRIÉNIO 2020-2022

ORDEM ÉS TU